CLEMILDO BRUNET DE SÁ

Biografia de Rosil Cavalcanti autor de Sebastiana é lançada em Pombal com retumbante sucesso

Os autores de- Pra Dançar e Xaxar na Paraiba: Andanças de Rosil Cavalcanti, Rômulo Nóbrega (paraibano) e José Batista Alves (pernambucano), Obtiveram sucesso e foram aplaudidos no lançamento do livro em Pombal.

Efeitos da alegria

Onaldo Queiroga
Onaldo Queiroga*

A vida não admite ensaios, a construímos com inércia e atitudes. Às vezes choramos, sofremos, em outros momentos cantamos e dançamos.
Por vezes viramos a cara para nossos semelhantes, fechamos portas e gravamos tristezas no rosto de irmãos, quando seria tão fácil estendemos a mão, abrirmos cortinas e edificarmos pontes que nos liguem fraternalmente para um tempo melhor.
Viver é fácil, já conviver há quem diga que é difícil. O certo é que tudo na vida depende muito do humor que circunda as relações humanas. Sou daqueles convictos de que não há tristeza, mas sim ausência da alegria. Não é a toa que William Shakespeare dizia que: “A alegria evita mil males e prolonga a vida”. Realmente, a alegria é remédio vital para uma existência feliz, voltada para um caminhar repleto de perseverança, paz e

A vida continua depois dos detalhes amorfos

Genival Torres Dantas*

Os paradoxos e compadrios nem sempre impedem que o ritmo da vida continue livre e soberano, no esporte tivemos um encerramento das Olimpíadas dignas de todos os bons carnavais brasileiros, uma verdadeira epopeia de encontros e desencontros entre jovens que vivem no momento mais fértil de suas vidas, quando as aventuras e sagas são apenas detalhes de um hiato sendo arremessado ao futuro, sem compromissos maiores com o comprometimento das ações geradas no calor das palmas febris dos corações embriagados pelo aroma doce da juventude com todo seu

Maringá

Verneck Abrantes
Verneck Abrantes de Sousa*

“Maria de Ingá era uma linda cabocla, retirante... Acossada pelo flagelo da seca partiu numa leva, a caminho de outras paragens, onde o céu fosse mais justo e a terra menos desditosa. Ela deixou um vazio enorme na alma saudosa e apaixonada dos pombalenses que ficaram”.
A junção de Maria com Ingá deu formação à palavra Maringá, por exigência métrica de composição.
A GRAVAÇÃO: Composição de Joubert Carvalho, inspirada nas informações do pombalense Ruy Carneiro é considerada a mais expressiva das composições de Joubert de Carvalho, seu sucesso em rádio e

Olimpíada é a festa do nosso funeral

João Costa
João Costa*

Para sua consideração - Caminhando pelos corredores do shopping vazio de consumidores, certo amigo exultante com os jogos olímpicos, apontando recordes e extasiado com a festa do esporte me interpelou: você está com Dilma ou não está?
- Eu estou com Dilma, mas ela está? Estou onde sempre estive, mas esta senhora está onde já esteve no passado? Foram as respostas que encontrei.
 A Olimpíada é a belíssima festa do funeral de país que nos resta.  Que enterremos os mortos – eles fedem! É uma fala de uma peça de teatro, para observar que a presidenta que está sendo deposta por um golpe parlamentar, escreve uma carta em que se compromete com a realização de um plebiscito, transferindo assim para o povo a decisão mais sábia - se é que há

O tributo roubado, um golpe olímpico!

Eliezer Gomes
Por Eliezer Gomes*
Posted on agosto 11, 2016 | Leave a comment

O Brasil participou pela primeira vez dos jogos olímpicos em 1920, na Bélgica. A partir de então esteve presente em todas as outras edições, com exceção, apenas, da de 1928, em Amsterdã na Holanda.
O motivo principal da ausência de uma delegação brasileira em Amsterdã foi a grande crise econômica enfrentada pelo nosso país naquela ocasião, que não permitiu que houvesse recursos necessários para o envio dos atletas.
Nas olimpíadas de 1928, dois fatos relevantes aconteceram, a saber: a instituição da chama (tocha) olímpica e a duplicação da participação das mulheres nas competições em diversas modalidades, fato este muito interessante devido ao conservadorismo e

Reta final

Genival Torres Dantas
Genival Torres Dantas*

O Brasil se ajusta no seu momento final das Olimpíadas e na política. No esporte, por enquanto, não mudamos muito, continuamos em busca de medalhas mais valiosas nos elevando a superciliosos nas conquistas mais expressivas no contexto mundial. Temos verificado nossas limitações e precárias condições no apoio a nossa juventude briosa, porém tratada com indiferença por quem devia dedicar total apoio no interregno dos jogos de alcance internacional, primordialmente as Olimpíadas.
Nos jogos tradicionais à nossa cultura esportiva não fomos tão brilhantes e

NENA QUEIROGA OU “MADRINHA NENA” (FRANCISCA MARIA DE QUEIROGA)

Gente das ruas de Pombal! 
Jerdivan Nóbrega de Araújo

Jerdivan Nóbrega de Araújo*

Sempre que assisto a série "Downton Abbey" e vejo a Condessa Viúva Violet Grantham, interpretada por Maggie Smith, me vem à cabeça a imagem de dona Nena Queiroga. Isso por que quem a conheceu sabe que ela era uma legítima representante da aristocracia inglês do início do século XIX, nas ruas quentes de Pombal”.
WJ Solha a descreveu como uma pessoa “Viajada, amiga de uma boa leitura (ela me forneceu muitos, muitos livros) foi uma das mais estranhas surpresas para mim ao chegar do sul a Pombal, pelo toque de nobreza meio à Deborak Kerr, que sempre soube manter com enorme naturalidade”.
Nena Queiroga nasceu no dia 16 de fevereiro de 1922, era filha do casal João Ferreira de Queiroga e dona Maria Querubina de Queiroga (dona Neca). Seus irmãos eram: Joquinha, Dr. Queiroga, Maria das Neves, Epitácio Queiroga, Zé Pretinho, Ritinha e

Minha homenagem a José Romero

Valberto de Sena
Por Valberto de Sena*

Após ler sua postagem
Pelo compartilhamento
Percebi que a sua imagem
Vai ganhando avivamento,
E o reconhecimento
De sua imagem é real...
Seu nome no "literal"
Ganha fama e é citado,
Merece ser e é honrado
Pelo valor cultural...

IGNÁCIO TAVARES DE ARAÚJO

Jerdivan Nóbrega de Araújo
Por Jerdivan Nobrega da Araújo*

Ignácio Tavares de Araújo nasceu no dia 20 de maio de 1937. Filho do comerciante José Tavares de Araújo (seu Zeca) e de Benigna Lourdes de Sousa (dona Lourdes). É casado com Mocinha, os quis são pais de: Allon, Ignácio Júnior, Tibério e Ana Paloma.             
Com a morte do pai no ano de 1948, deixando-o com apenas 11 anos de idade, Ignácio foi obrigado, pelas circunstancias do destino, a trabalhar na agricultura, numa divisão de tarefa feita por sua mãe viúva, que agora tinha a árdua obrigação de prover o sustento dos sete filhos: Francisco, Filemon, Emerique, Severina, Lia, Félix e o próprio Ignácio.
Dona Lourdes fez a distribuição das labutas de sobrevivência familiar da seguinte forma: os dois irmãos mais velhos, Francisco e